SOMOS CRIATURAS DE HÁBITOS
"...vós vos apegais às tradições dos homens."
Marcos 7:8
Somos criaturas de hábitos. Encontramos segurança nas nossas
rotinas e identidade nas nossas tradições. Alguns hábitos são bons
e Jesus recomendou que seguíssemos certas tradições para nos
relacionarmos melhor uns com os outros e com Deus. Ele sabia
que precisamos de gestos concretos para expressar o amor nos
nossos relacionamentos.
O problema surge quando ficamos presos inconscientemente aos
hábitos, porque esta atitude nos faz repetir atividades do passado
sem que nos apercebamos disso. Jesus não queria que as
pessoas seguissem hábitos e tradições sem estar conscientes das
razões pelas quais faziam assim. Seguir tradições pode ser
benéfico, mas aderir inconscientemente a elas pode trazer
prejuízos.
Jesus nos disse que tomássemos cuidado ao nos prendermos às
tradições, não por elas serem más, mas porque com freqüência as
repetimos inconscientemente. A questão não é se temos ou não
tradições familiares e sim por que as temos. Se as nossas
tradições são fator de crescimento para a nossa família, elas são
boas, mas, se acontece o contrário, precisamos prestar atenção à
advertência de Jesus.
PRINCÍPIO ESPIRITUAL:
Os hábitos fundamentados no medo corrompem as tradições
baseadas no respeito.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
SERMOS AMADOS POR QUEM SOMOS
SERMOS AMADOS POR QUEM SOMOS
"E até mesmo todos os fios de cabelo da vossa cabeça estão
contados.”
Mateus 10:30
Jesus ensinou que as características de cada pessoa como
indivíduo são tão importantes para Deus que este sabe o número
"até mesmo de todos os fios de cabelo da vossa cabeça". Jesus
acreditava que cada um de nós possui características únicas que
enriquecem nossos relacionamentos com os outros. As nossas
personalidades distintas precisam ser apreciadas para que os
nossos relacionamentos sejam completos.
Algumas pessoas têm dificuldade em compreender isso. Elas
acham que se fizermos parte da mesma comunidade não
poderemos ser diferentes em nada, ou seja, precisamos andar,
falar, nos vestir, agir e pensar da mesma maneira para fazer parte
do mesmo grupo. Jesus não pensava assim. Ele acreditava que os
relacionamentos mais fortes deixam espaço para as diferenças
individuais entre as pessoas. A nossa capacidade de conviver com
essas diferenças é um sinal de saúde espiritual e emocional. Na
verdade, as pessoas que têm os relacionamentos mais
amadurecidos sentem prazer no fato de serem diferentes.
PRINCÍPIO ESPIRITUAL:
As diferenças não precisam significar divergências.
"E até mesmo todos os fios de cabelo da vossa cabeça estão
contados.”
Mateus 10:30
Jesus ensinou que as características de cada pessoa como
indivíduo são tão importantes para Deus que este sabe o número
"até mesmo de todos os fios de cabelo da vossa cabeça". Jesus
acreditava que cada um de nós possui características únicas que
enriquecem nossos relacionamentos com os outros. As nossas
personalidades distintas precisam ser apreciadas para que os
nossos relacionamentos sejam completos.
Algumas pessoas têm dificuldade em compreender isso. Elas
acham que se fizermos parte da mesma comunidade não
poderemos ser diferentes em nada, ou seja, precisamos andar,
falar, nos vestir, agir e pensar da mesma maneira para fazer parte
do mesmo grupo. Jesus não pensava assim. Ele acreditava que os
relacionamentos mais fortes deixam espaço para as diferenças
individuais entre as pessoas. A nossa capacidade de conviver com
essas diferenças é um sinal de saúde espiritual e emocional. Na
verdade, as pessoas que têm os relacionamentos mais
amadurecidos sentem prazer no fato de serem diferentes.
PRINCÍPIO ESPIRITUAL:
As diferenças não precisam significar divergências.
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